Psicóloga Renata Almeida CRP 02/32069
Psicoterapia Online | Ansiedade Crônica: Psicanálise e Neurociência para Regulação Emocional

Psicoterapia Online | Ansiedade Crônica: Psicanálise e Neurociência para Regulação Emocional


Eu sou Psicóloga Renata, com abordagem Psicanalítica e Pós-graduanda em Neurociência do Comportamento.
Eu ajudo adolescentes e adultos que sofrem com a Ansiedade Crônica e Paralisante a:
1. Identificar as raízes inconscientes de seu sofrimento, utilizando técnicas psicanalíticas para trazer esse conteúdo à consciência.
2. Desenvolver habilidades para a regulação do sistema nervoso.
Converta seu autoconhecimento em serenidade e autonomia.

Não consigo desligar e vivo em constante estado de alerta

Tenho sensação de cansaço constante, mesmo quando descanso

Sofro ataques repentinos de medo e tenho a sensação que vou morrer

Sinto palpitações, tensões musculares e problemas digestivos ligados ao estresse

O medo e a ansiedade me impede de iniciar tarefas

Perco a paciência rapidamente e tenho dificuldade de manter a concentração

Do Paraíso à Realidade: Por Que o Amor Vira Inferno (e Como Sobreviver à Desilusão)

Seu Vazio é um Alarme: Por Que Você Insiste em Repetir o Mesmo Padrão em Todas as Relações?

O Luto Não é Só Morte: Como a Perda de Sonhos Paralisa Sua Vida Adulta.
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A psicoterapia é um processo de diálogo entre o paciente/cliente e o Psicólogo que visa ajudar a pessoa a entender melhor seus sentimentos, comportamentos e pensamentos. Aqui te ofereço um espaço seguro para explorar suas preocupações e desenvolver estratégias para lidar com desafios emocionais.
A abordagem psicológica é uma linha teórica que o psicólogo escolhe durante sua formação para orientar sua prática clínica e profissional. Trata-se de uma ferramenta técnica e conceitual que fundamenta o modo como o profissional compreende o ser humano, seus conflitos e formas de intervenção.
Embora essa escolha pertença ao psicólogo, é comum que pacientes se identifiquem mais com determinadas abordagens do que com outras. Além disso, certos tipos de sofrimento ou demandas podem ser mais bem atendidos por uma abordagem específica, dependendo de suas características e métodos.
Agendar sua avaliação é simples e rápido. Basta acessar o calendário de disponibilidade - clicando em qualquer botão de agendamento pelo site - e escolher o dia e horário que melhor se encaixam na sua rotina. Logo em seguida, você receberá um e-mail com a confirmação e todas as orientações necessárias para o atendimento. Não será realizada cobrança para avaliação.

Do Paraíso à Realidade: Por Que o Amor Vira Inferno (e Como Sobreviver à Desilusão) 💔🔑
Ah, o amor! Inferno ou Paraíso? A qual cenário Ele te leva hoje?
Se você respondeu "Paraíso", é provável que esteja nos primeiros dois anos de um relacionamento, vivendo a famosa fase da paixão. Se você respondeu "Inferno", talvez esteja preso(a) em um ciclo de desilusão, onde o Outro, antes perfeito, revelou-se humano.
A grande ilusão do amor é achar que ele resiste à realidade do dia a dia, da rotina; que ele será fonte de prazer inesgotável. O desafio é: o que fazemos quando a fantasia que projetamos no Outro se desfaz?
Na maioria dos casos, os relacionamentos são rompidos, pois é como se o amor chegasse ao seu "prazo de validade". E, para a ciência, esse prazo é real. A Neurociência mostra que os dois primeiros anos de um relacionamento são marcados pela sua melhor fase, onde os níveis de dopamina, ocitocina e serotonina atingem o pico, gerando euforia, cegueira para os defeitos e intensa dependência mútua.
Do Prazer à Realidade: A Quebra do Feitiço
Essa fase da paixão, no entanto, é temporária. Quando os níveis hormonais caem, o feitiço se desfaz e o idealizado se transforma em REALIDADE. É aquele famoso momento: "EXPECTATIVA x REALIDADE". Você percebe o outro na sua totalidade. Aquilo que era visto como sua metade agora é enxergado como um ser INDIVIDUALIZADO; aquele que não complementa mais. O encaixe das peças se desfaz, pois o outro passa a ter defeitos, manias e não está totalmente sincronizado aos seus passos.
Esse choque gera estranhamento e a maioria dos casais desiste aqui. O que antes era fonte de prazer se torna gasto de energia diária na luta contra o real e na manutenção da fantasia. O Paraíso abre portas para o Inferno, e a dor dessa transição é, na verdade, um LUTO pela perda da imagem perfeita primária. A frustração de não sentir mais aquele prazer inicial aciona um desejo de FUGA. É mais fácil pular para a próxima relação, buscando um novo pico de dopamina, do que fazer o luto pela idealização e encarar que o Outro é um sujeito autônomo, não um objeto para te preencher.
A Escolha Crucial: Paralisar ou Evoluir para o Amor Adulto
Esse ponto é crucial para descobrir se haverá PARALIZAÇÃO ou EVOLUÇÃO.
Os que costumam continuar insistindo na fantasia, tendem a paralisar no tempo. A relação empaca, não sai do lugar, ou pior, desmorona e segue com brigas, ciúmes e cobranças, perpetuando o ciclo do "Inferno".
Já aqueles que resolvem crescer juntos, evoluem para um amadurecimento, pois entendem que essa transição, do Paraíso ao Inferno, não é o fim, mas sim o início do amor de verdade.
O amor maduro é construído justamente sobre o terreno da diferença e da aceitação. Enquanto a paixão é um estado passivo de atração química e projeção inconsciente, o Amor Adulto é um ato ativo de escolha diária. É a decisão de continuar, mesmo vendo o Outro em sua totalidade.
O verdadeiro desafio não é encontrar alguém que te complete, mas encontrar alguém que você escolha acompanhar em sua jornada, preservando o seu próprio Self. O amor que cura é aquele que permite que dois "Eus" sobrevivam no "Nós" – que respeita a autonomia e utiliza o conflito como ferramenta para o crescimento.
É NA CAPACIDADE DE TOLERAR A DESILUSÃO E A DIFERENÇA que o amor ganha profundidade e longevidade.

Seu Vazio é um Alarme: Por Que Você Insiste em Repetir o Mesmo Padrão em Todas as Relações? ⏰😥
Seus amores, sua família, seus amigos... Suas relações não são mero acaso. Elas são um ponto de partida para você se tornar quem você é. Venha descobrir como o Outro te molda — e como você pode reassumir o controle.
A gente nasce mergulhado em gente: pais, irmãos, amigos, chefes, parceiros. E, sendo muito sincera, é um alívio (e um terror!) saber que somos moldados a partir do encontro com o Outro.
Pense bem: quem você é hoje — seus medos, suas coragens, seu jeito de reagir às situações cotidianas — não nasceu do nada. Tudo isso foi aprendido e internalizado nas suas primeiras relações. Por isso, quando a gente sofre em um relacionamento, por exemplo, podemos estar repetindo uma peça antiga que está registrada no nosso Inconsciente e em padrões neurais que foram formados pelo nosso cérebro. Não é uma falha sua. É a nossa condição humana!
Somos, em grande parte, um "retalho" do nosso convívio social, e as nossas relações têm grande poder sobre isso. Desde cedo, o Outro é o nosso "espelho". Na Psicanálise, aprendemos que tendemos a projetar nas pessoas importantes à nossa volta aquilo que nos falta. Lembra da famosa frase: "Quando crescer, eu quero ser igual a ele(a)"? Essa frase retrata a parte que nos falta. Aquilo que desejamos — seja coragem, sucesso ou amor — é encontrado no Outro, e ele se torna um ponto de partida ou inspiração. Nós nos projetamos!
Essa projeção pode ser considerada saudável quando ela nos impulsiona a crescer e a desenvolver o melhor de nós, buscando a realização que admiramos no Outro. No entanto, ela se torna doentia quando se transforma em uma fusão. O Outro, que era inspiração, passa a ser visto como uma parte essencial de nós. É nesse ponto que a relação se transforma em dependência. Em laços de dependência — sejam eles amorosos, familiares ou de amizade — o "Eu" se enfraquece, e você passa a viver "a partir do Outro", anulando seus desejos e sua personalidade.
O ponto chave é justamente esse: a pessoa que você se tornou foi desenvolvida de forma autônoma (buscando inspiração) ou foi um "eu" fundido no Outro? A resposta define nosso destino: ou nos impulsionamos para a autonomia ou nos lançamos na prisão da projeção, repetindo esse comportamento em todas as nossas interações.
O Preço da Fusão: Ciúme, Inveja e a Anulação
Se você se identificou com esse "eu fundido", provavelmente conhece o preço que ele cobra. É aí que surgem as dores mais intensas:
O Ciúme que Consome: Não é apenas desconfiança; é o pânico de perder a pessoa que se tornou sua extensão. Seu sistema de apego dispara um alarme, porque a perda do Outro significa, inconscientemente, a perda de uma parte de você.
A Inveja Paralisante: Sentir inveja do sucesso ou da liberdade de um amigo ou familiar é ver a prova de que você abriu mão do seu próprio potencial para caber no perfil do outro, deixando de ser quem é você de fato.
A Anulação da Identidade: Você se pega vivendo "a partir do Outro", com a sua autonomia no bolso alheio. Seus gostos, opiniões e até seus planos são sacrificados em nome de um falso “eu”. Essa perda do Self gera um vazio existencial e uma sensação crônica de insuficiência do ser.
Nesse cenário, quando essas relações são rompidas, vamos ao fundo do poço. O nosso corpo e a nossa mente estão interligados: a dor da rejeição é sentida como uma ferida real. Uma dor insuportável. Na ausência do “EU”, pulamos para outras relações e esse mesmo padrão passa a ser repetido, porque essa é a única linguagem que o nosso inconsciente, moldado no passado, aprendeu a usar para amar e se proteger.
Reassuma a Autoria da Sua História
Se suas relações estão sendo mais fonte de sofrimento, anulação ou repetição do que de crescimento, é hora de parar. Você é um ser social, e a Psicanálise nos ensina que o caminho da cura é sempre o caminho do encontro — mas, desta vez, o encontro real consigo mesmo.
O trabalho analítico é o espaço seguro para desvendar se você está vivendo a partir do seu desejo ou a partir do medo de perder o Outro. É hora de recolher o que foi projetado e construir um "Eu" autônomo, forte e capaz de amar sem se quebrar.
É essencial transformar a dor da dependência no poder da sua singularidade!
Minha reflexão final é: A liberdade de se tornar quem você é de verdade exige coragem. Você está disposto a abandonar a prisão da projeção e assumir a sua própria personalidade?"

O Luto Não é Só Morte: Como a Perda de Sonhos Paralisa Sua Vida Adulta 💔⏳
Não é só dor mental. A Neurociência já consegue demonstrar que a perda de um ente querido, ou de algo de muito valor, ativa no cérebro as mesmas áreas da dor física. É mental e físico. O cérebro consome energia vital na tentativa de processar uma ausência que ele ainda insiste em buscar.
O sistema nervoso se empenha, usando as redes já programadas, para executar os mesmos hábitos antes realizados com aquilo que virou ausência. Mas, ao se deparar com a falta, numa tentativa de proteção, ele ativa áreas para informar que algo está errado, acionando o mesmo alarme usado para um ferimento físico.
Quando essa energia fica "presa" no passado, buscando incessantemente o que se foi, a vida no presente paralisa.
O Nó do Luto Não Elaborado
Na Psicanálise, aprendemos que o luto não é um evento, mas um trabalho — a dolorosa tarefa de retirar a libido (a energia de investimento afetivo) do objeto perdido. E esse objeto não é só uma pessoa; pode ser a perda da identidade profissional, o fim de um sonho de vida, a saúde, ou o "eu" que você foi em determinada fase.
O Luto Não Elaborado surge quando o Eu se recusa a aceitar a perda. A pessoa não consegue "desapegar" psiquicamente, e a energia que deveria ser usada para viver o presente e investir em novos projetos fica drenada e fixada no passado.
É como se um pedaço do seu psiquismo estivesse em constante loop de busca e frustração. O resultado é uma melancolia crônica, um sentimento de estagnação e, muitas vezes, uma incapacidade de fazer escolhas ou iniciar novos relacionamentos com a plenitude que a vida exige. Você está vivo, mas uma parte sua está parada no tempo, esperando o que não volta mais.
A Elaboração: Transformando a Ausência em História
O trabalho da Psicanálise frente ao luto é permitir que o sujeito fale sobre o que perdeu. É na escuta e na repetição, no ambiente seguro da clínica, que a dor deixa de ser pura sensação física (o alarme neurobiológico) e ganha significado e linguagem.
O objetivo não é esquecer, mas sim simbolizar a perda. O objeto não é jogado fora; ele é internalizado, transformado em uma memória que enriquece a história do Eu, em vez de drenar sua energia. É um processo de desinvestimento externo para um investimento interno.
Ao fazer esse luto de forma consciente e acompanhada, a energia psíquica finalmente se liberta. Você consegue, então, voltar a fazer novos planos, amar novamente e se arriscar em projetos. A vida, que estava paralisada, volta a fluir, pois a libido retorna ao Eu e se torna disponível para o presente.
O luto, quando elaborado, não é o fim, mas a condição para o seu recomeço.
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